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Trabalhar os elementos internos para aumentar o discernimento é o caminho para evitar a tristeza

No processo de nossas vidas, os eventos vão se sucedendo e nos proporcionando uma série de experiências pelas quais, por meio da superação dos desafios, encontramos as nossas realizações. O desafio de encarar a experiência, o de vivenciá-la e o de sair dela. Entretanto, como passar por cada um deles sem sofrimento?

Não estamos acostumados a ser espectadores de nossa própria estória, porque nos envolvemos no roteiro de nossas experiências e acabamos perdendo a noção de cada etapa. Nem chegamos a perceber que a vida vai nos sinalizando cada fase do processo utilizando todos os recursos ao nosso redor.

Certa vez, uma entidade espiritual ensinou-me a olhar a vida como a roda de uma carroça: se eu permanecesse no aro da roda, eu estaria sempre girando junto com ela, ao passo que se, eu me dirigisse ao centro do aro e ficasse no seu eixo, eu poderia observá-la sem girar com ela.

Enfim, com isso aprendi a importância de observar os eventos em minha vida sem se envolver com eles e, dessa maneira, poder perceber o porquê da atitude de cada um, inclusive a minha própria, conseguindo, assim, um maior entendimento dos fatos e compreensão dos limites de ação de cada pessoa envolvida.

Por exemplo, conseguir ficar bem, mesmo quando formos dispensados de um trabalho, ou quando um relacionamento chegar a um termo, ou apesar do desencarne de alguém querido, ou ainda ao nos encontrarmos no limite de nossas finanças, enfim, quando estivermos vivendo o auge de um desafio.

Qualquer que seja a experiência que estivermos passando, ao nos situarmos como observador da questão, conseguiremos ver a razão pela qual agimos desta ou daquela forma e descobrir que, quando nos colocamos fora dela, podemos vê-la de maneira impessoal e chegar às conclusões necessárias com maior facilidade.

Trabalhar nossos elementos internos para aumentar cada vez mais o nosso discernimento é o caminho que leva a eliminar o sofrimento de nossas vivências, porque a maior habilidade que poderemos conquistar é a de lidar com a vida. Tenha a certeza de que ela conspira a favor de cada um de nós para que isso aconteça.

Texto de Joana Okoshi publicado no Jornal Nippo-Brasil.

Texto de Joana Okoshi publicado no site do Jornal Nippo-Brasil.

Precisamos entender que a vantagem não está em ser melhor que o outro, mas em ter a consciência do nosso melhor, respeitando também o melhor do outro

Você ainda vive se questionando se as suas ações incomodam as pessoas com as quais convive? Por darmos muita importância ao julgamento dos outros, ficamos nos vigiando e nos reprimindo para tomar a conduta correta, com o intuito de não desagradar ninguém. Entretanto, acabamos por constatar que, apesar da postura educada, colhemos avaliações negativas a nosso respeito.

Como podemos pretender resultados favoráveis, se direcionamos todo o nosso empenho, a nossa energia, para contentar o outro, sendo que essa postura pode vir a nos prejudicar? Em nome do politicamente correto, agimos contra a nossa própria pessoa, porque não temos a coragem de ser quem verdadeiramente somos. Nisso, reprimimos a nossa espontaneidade, esquecendo que essa é uma das razões que nos leva a adoecer.

O nosso grande engano é acreditar que possa existir alguém mais importante que nós mesmos; dessa maneira, desvalorizamo-nos e a nossa situação financeira vem a se complicar. Precisamos entender que a vantagem não está em ser melhor que o outro, mas em ter a consciência do nosso melhor, respeitando também o melhor do outro e assumindo as próprias verdades sem constrangimento diante de quem quer que seja.

Não foi assim que fomos ensinados, nem é o que acontece no meio social, mas precisamos aprender a assumir nossas tão preciosas verdades, que vêm de nossa alma, que é a única forma segura de manter a nossa qualidade de vida até o nosso último momento nessa encarnação no planeta. Ou você ainda vive contando com o apoio da companheira ou dos filhos para cuidar de você?

Procure viver cada vez mais zelando pela sua integridade, não se deixando aviltar por qualquer situação. E, nos momentos desafiantes, permaneça ao seu lado, sempre se apoiando, sendo o seu melhor amigo, na compreensão de que, em nosso caminho, várias são as lições a serem aprendidas e aqui estamos para isso, sendo cada um responsável por si.

Assim, canalize todos os esforços a seu favor, lembrando que a referência para tomar qualquer atitude é sempre você. Então, decida sempre pelas posturas favoráveis a você; dessa maneira, a vida, por meio das pessoas e das situações, igualmente o favorecerá.


“Gostaria de falar sobre uma questão profissional, me vejo assim e vejo também outras pessoas. Parece que estou presa a uma empresa que não me valoriza. Sempre que tento algo novo, acontece alguma coisa que me impede de ir, mesmo tendo capacidade, experiência e competência. Uma coisa que me incomoda muito é que sinto que algumas pessoas onde trabalho tem a necessidade de me humilhar, de me diminuir e não consigo entender a razão disso”. (Luciana, publicitária, São Paulo)

Joana Okoshi – O nosso campo de energia vibra de acordo com os pensamentos e crenças que alimentamos e atrai pessoas e circunstâncias no mesmo teor energético. Assim, quando você é humilhada pelas pessoas, com certeza, você vem se humilhando e se diminuindo, consequentemente, vibrando essa energia. O mesmo acontece com o fato de não estar sendo valorizada profissionalmente. Para ser reconhecida nos seus potenciais, você primeiramente tem que reconhecê-los e valorizá-los. Você precisa criar essa energia em você para poder atrair uma empresa ou alguém no seu ambiente profissional ou ainda uma situação que irá abrir oportunidades de realização. Perceba que o contexto que você descreve é totalmente desfavorável à prosperidade, poque quem se humilha está dando mais valor ao outro e não a si próprio, então assim será… Estude os seus padrões em se colocar em segundo plano em relação aos outros, ou em se julgar não merecedora de uma situação financeira favorável, ou ainda em se sentir insegura diante de uma  situação nova, porque isso tudo pode estar afastando boas oportunidades de trabalho. Muitas vezes, não valorizamos nossas habilidades com o receio de cairmos na vaidade, mas compreenda que assumir os nossos potenciais é estarmos conscientes de quem realmente somos e vaidade é quando queremos parecer quem não somos.


Muitas pessoas estão em busca de sua “alma gêmea”. Muitos dizem que as pessoas estão solteiras porque são muito exigentes. Mas eu pergunto: será que dar chance para uma pessoa por quem não estamos 100% apaixonados(as) não seria carência? Como lidar com isso? Como podemos saber se tal pessoa que apareceu é a certa? É verdadeiro o que dizem que quando encontramos a pessoa certa o coração dispara? Não seria ilusório? (Flávia, jornalista, São Paulo)

Joana Okoshi – O nome muito utilizado para definir a pessoa “certa” para relacionamento tem sido “alma gêmea”. Seria a pessoa com quem teríamos uma afinidade muito grande, aquela pessoa que despertaria o maior dos sentimentos. Você pergunta se isso é ilusão. Caso acredite que sim, assim será para você, porque tudo que acredita torna real em sua vida. Caso contrário, como encontrar essa pessoa que você tanto idealiza como sendo a pessoa certa? É tornando-se essa pessoa. Eu explico: se atraímos as pessoas de acordo com a nossa vibração energética, significa que tudo que quer no outro você precisa ter a energia equivalente construída em você. Se deseja alguém carinhoso para conviver, você precisa ter muito carinho desenvolvido para consigo mesma, se não quer ser traída, você não pode se trair e assim vai. Nós ainda precisamos aprender muito em relação à afetividade, então, a pessoa certa é aquela que naquele momento de nossas vidas nos ajuda a crescer. Por quanto tempo? É o tempo em que estando juntos a evolução seja uma constante. Então, o que importa é a lição aprendida. Portanto, abra-se para as experiências, mas escolhendo de acordo com o que a sua alma sinaliza, não pelo que a sua mente estipula. Confie na vida. Ela vai estar do seu lado e, acima de tudo, confie em você.

Muitas vezes nos deparamos com dificuldades, com obstáculos que parecem ser impossíveis de serem superados. Como podemos saber se é apenas uma “prova” de Deus, testando nossa fé, como exercício de evolução, ou uma energia negativa mandada por alguma pessoa que quer nos ver mal? (Flávia, jornalista, São Paulo)

Joana Okoshi - Se aqui estamos encarnados para a nossa evolução e crescimento, estamos no exercício da superação dos pontos fracos que viemos trabalhar aqui nesse planeta. Por que aqui na Terra? Justamente, porque aqui temos a possibilidade de através da dualidade, bem e mal, certo e errado, claro e escuro, trabalharmos as nossas dificuldades, tendo muitas vezes que viver os extremos das situações para conscientizarmos do outro lado da questão e, também, passando pelas situações intermediárias, até firmarmos os aspectos que precisamos fortalecer. Assim, não é Deus testando a nossa fé, é apenas esse processo divino, que é a vida, possibilitando-nos a experiência necessária para o nosso crescimento pessoal, por intermédio até das pessoas ao nosso redor. Então, todas as vezes que se sentir pressionada por alguma situação desafiante, apenas procure identificar o aprendizado que tem que tirar com a experiência e verá que, assim que descobrir, as soluções vão aparecendo até conseguir a realização que precisa.


Há muitas pessoas que são médiuns, como é o meu caso, e sentem de coração a vontade de desenvolver a mediunidade para trabalhar ajudando os outros – seja na comunicação com entes queridos falecidos, seja por meio de sábios conselhos das entidades espirituais. Porém, a jornada da busca pelo desenvolvimento mediúnico é muito difícil. Por vezes, caímos em lugares errados e quase nunca conseguimos, assim, manter a mediunidade equilibrada. Gostaria de saber como podemos “encontrar” o caminho certo do nosso desenvolvimento. Se precisamos buscar ou é algo que vai se aflorando naturalmente. (Flavia, jornalista, São Paulo)

Joana Okoshi – Quando entendemos a mediunidade como uma habilidade que cada um de nós possui, percebemos que ela se manifesta naturalmente, como a capacidade que temos para elaborar uma pintura, para aprender física nuclear, entre outros. Assim, como qualquer outra vocação, ela vai aflorar no momento certo. Por exemplo: quando você sente a vontade de estudar uma língua estrangeira, é o momento em que a sua alma está lhe dizendo para se aprimorar nisso porque vai ser importante para você (tem gente que passa a vida sem sentir essa necessidade). Em relação à mediunidade, fica difícil ter essa clareza porque sempre foi um assunto pouco discutido e ainda hoje a divulgação fica restrita e encontrar o lugar onde vai se identificar pode ser trabalhoso. Entretanto, eu acredito que quando você está preparada, o lugar aparece, mas a busca que você não pode esquecer é a interna, o seu bem-estar, porque a sua mediunidade vai refletir os padrões energéticos que estiver alimentando. Então, se estiver alimentando energias negativas em relação a você e a sua vida, vai fazer conexões com os espíritos de energias semelhantes, que acabam potencializando o que você própria já vem alimentando. Por isso, a necessidade do autoconhecimento para quem está com a mediunidade aflorada passa a ser muitíssimo importante, para aprender a gerar energias positivas, com o intuito de buscar cada vez mais conexões positivas sem se deixar influenciar pelas energias ao seu redor. Como habilidade, precisamos aprender a lidar com ela. Enquanto não soubermos, ela nos trará resultados negativos, como quando tentamos andar de bicicleta, ainda sem ter desenvolvido a habilidade, caímos e machucamos até aprender. Assim é tudo na vida, inclusive na mediunidade.


Confira o depoimento de Vera Nishitani, assessora de marketing em hotelaria, querida leitora do livro “Em Sintonia com a Vida”:

Vera Nishitani

Vera Nishitani

Tive o privilégio de conhecer Joana Okoshi – autora do livro em Sintonia com a Vida, uma pessoa sensível e muito intuitiva, jamais esquecerei a experiência que tive ao seu lado no dia do lançamento do seu livro.

Em Sintonia com a Vida é um livro sobre metafísica (estudo do mundo invisível e de energias) que muito afeta nosso mundo concreto e não percebemos devido ao pouco conhecimento que temos para lidar com este desconhecido. Ele nos ajuda a ter uma maior clareza sobre estes aspectos.

Senti que para lê-lo, teria que abrir os olhos da minha alma para melhor absorção e aprender a conhecer o meu eu verdadeiro (conhecimento de si próprio). Pois quando você está conectado consigo, tem maior possibilidade de buscar aquilo que necessita. Com ele, aprendi que tudo que acreditamos, pensamos e desejamos gera uma energia e esta se materializa. Por isso, temos que acreditar, pensar e desejar apenas coisas boas para si e para seu próximo.

Mantenho o meu livro próximo à cabeceira da cama para ler uma mensagem antes de dormir. Vale a pena!


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